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Curiosidades

Luz ultravioleta revela como eram na realidade as estátuas da Grécia antiga

Estudo envolvendo luz ultravioleta revela como eram na realidade as estátuas da Grécia antiga

 

Você que pensava que as estátuas gregas sempre foram brancas vai ficar de queixo caído. Um estudo feito com a utilização de luz ultravioleta revelou a verdadeira natureza das famosas estátuas, mostrando que elas eram originalmente pintadas.

Com uma técnica chamada “raking light”, é possível ver muitos detalhes em obras de artes que não podem ser visto a olho nu.  Ela já é utilizada em pinturas, onde é possível ver todas as imperfeições e pinceladas dos quadros.

Boa parte das estátuas já estão severamente erodidas e desgastadas, por isso a técnica é um pouco menos eficiente, mas sempre existem partes que ainda possuem as características originais, sendo assim, é possível observar um padrão das pinturas feitas.

Com isso,  ainda restá saber quais cores a estátua tinha. Como as tintas antigas possuíam muitos compostos orgânicos, a luz UV consegue detectar os pigmentos de tinta utilizados (isso também é utilizado para detectar a autenticidade de obras de arte, por exemplo). O problema na verdade é saber a tonalidade certa. Mesmo identificando o pigmento, ele pode estar desgastado e a tonalidade fica comprometida.

Para tentar resolver esse mistério, cientistas usam luz infravermelha e Espectroscopia de Raios X para tentar identificar os compostos utilizados e qual a tonalidade as estátuas tinham originalmente. Não é perfeito, mas é possível ter uma ideia de como elas eram nos tempos antigos.

E com tudo isso foi possível descobrir os belos padrões de cores vistos nas imagens desse post. Eu sinceramente não sei se prefiro as estátuas brancas ou coloridas, mas não deixa de ser curioso e ao mesmo tempo bonito.

Pelo visto a Grécia antiga não era tão branca quando imaginamos.

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36 Comments

36 Comments

  1. Arthur Lins

    3 de maio de 2013 at 23:03

    Prefiro brancas, ficam mais enigmáticas.

  2. Heverton Kesseler

    3 de maio de 2013 at 23:28

    Épicos precisam agora ser revistos rsrs. Muito interessante.

  3. Victor Rocha

    3 de maio de 2013 at 23:54

    Não sei até onde isso é realmente novidade….

    • Fabio Lxbr

      4 de maio de 2013 at 8:01

      Um ano e meio de história da arte e dois de história da arquitetura e nunca ouvi sobre isso. Interessantíssimo. A escolha das cores era limitada por alguma razão estética ou por falta de opções mesmo?

    • Victor Rocha

      4 de maio de 2013 at 13:19

      Bom, posso te dizer que não é novidade, eu tive 4 anos de história da arte, prazer, sou professor de artes.

    • Victor Rocha

      4 de maio de 2013 at 13:24

      Fabio Lxbr Como eu disse antes, não é nenhuma novidade, li sobre isso na revista GALILEU, Edição 206 de Setembro de 2008.

      Link pra vc:
      Índice
      http://revistagalileu.globo.com/Revista/Galileu/0,,EGD353-7833,00.html
      Artigo:
      http://revistagalileu.globo.com/Revista/Galileu/0,,EDG84265-8489-206,00-CORES+PRIMARIAS.html

    • Priscila Almeida

      5 de maio de 2013 at 23:45

      O livro A Nova História da Arte de Julian Bell tem explicações detalhadas sobre pinturas e aplicações de pedras preciosas nas estátuas Gregas. Vale a leitura.

    • William Próspero

      6 de maio de 2013 at 15:16

      Victor Rocha será que vc acha que todos que acessam esse site estudam história ou são "professores de arte"? Ou até mesmo tiveram a oportunidade de ler essa edição da Galileu? Interessantíssimo e novidade pra mim tb. Imagino como vc lida com seus alunos que não conhecem determinado assunto. Sabe-tudo arrogante de M….!

    • Tah Tah Sclorah

      6 de maio de 2013 at 15:17

      Poxa, eu estudo Arquitetura e também já tinha lido sobre isso em livros de história da arte e arquitetura. Mas eu sabia que as estátuas eram coloridas (assim como os edifícios), o que é novidade pra mim é a quantidade de cores (são realmente muito coloridas).

    • Alípio Afonso Almeida Oliveira

      6 de maio de 2013 at 17:17

      Vi isso na TV há muito tempo atrás. A publicação é magnífica, mas não é novidade.

    • Tiago della Rosa

      6 de maio de 2013 at 17:58

      A novidade não é saber que eram pintadas, mas sim conseguir ter ideia de como eram as pinturas, as cores, os detalhes…

    • Fabio Dias

      7 de maio de 2013 at 2:11

      É um prazer imensurável saber que você é professor de artes, Victor u.u
      Precisa dessa pompa toda pra mostrar que já tilnha lido isso antes? te contar viu…

    • Andressa Mariano

      11 de maio de 2013 at 16:56

      Fabio Bittar, acho que eram limitadas….até pq a paleta de cores antigamente era feita com ingredientes tirados da natureza, se não me engano. Então….por isso que os fatores externos deterioraram antes de tudo a pintura que cobria esses monumentos. Vou avisando q não sou profissional no assunto, foi só o que ouvi falar.

      Eu aprendi isso no 2° ano do ensino médio, Victor Rocha. HAHAHAHA

    • Victor Rocha

      15 de maio de 2013 at 0:53

      Aff… vcs notaram que eu falei com o Fabio Bittar??? isso pq eu conheço ele, nõa se doam, por favor… eu apenas respondi a ele, do mesmo modo que ele argumentou, que depois de não sei quanto tempo de história da arte e não sei quanto tempo de arquitetura nunca ouviu falar… enfim… não se doam por ele… ele mesmo não reclamou.

    • Victor Rocha

      15 de maio de 2013 at 0:55

      William Próspero, vá-te a puta-que-o-pariu… aprende a ler o post todo antes de me agredir.

    • Victor Rocha

      15 de maio de 2013 at 1:25

      Andressa Mariano… não há conhecimento a ser exaltado mais que aqueles que o guarda. Tampouco existe modo de quantificar ou qualificar a importância de um saber em detrimento de outros. Pouco importa se vc aprendeu isso no ensino médio, fundamental ou superior, o importante é que vc aprendeu… para mais tarde estar aqui e compartilha-lo. Parabéns.

    • Pedro Spadoni

      24 de maio de 2013 at 1:27

      Andressa, sua hipótese é super plausível e interessante! :)

      Ninguém me perguntou, não tenho nada a ver com isso, tudo bem, pode me xingar; mas Victor, vc foi arrogante presumindo que isso não é novidade para nós (ainda mais sendo especialista no assunto) e acho que como professor realmente poderia aprender algo com isso… seguindo o q vc disse, não importa onde vc aprendeu, aprendizados podem vir de qqr lugar… a novidade da matéria me parece ser a precisão de conhecimento das cores, e não o fato de elas serem coloridas

  4. Victor Rocha

    3 de maio de 2013 at 23:54

    Não sei até onde isso é realmente novidade….

  5. Raquel Souza

    5 de maio de 2013 at 23:34

    estou escandalizada

  6. Stephanie Druzian

    5 de maio de 2013 at 23:40

    a esfinge é igual no Age of Mithology hahaha

  7. Daniel Nobre

    6 de maio de 2013 at 0:01

    =O

  8. Diego

    5 de maio de 2013 at 22:59

    Faltou a fonte da matéria ou da publicação original…

  9. Gustavo Menezes

    6 de maio de 2013 at 2:19

    Meu mundo da antiguidade clássica caiu

  10. Fabiana Pacheco Cardoso

    6 de maio de 2013 at 4:47

    Caramba!!!!!!!!Já amava as estátuas Gregas, agora então. Eram lindas. Imagina a cidade colorida, cheia de gente…. Lindo

  11. Daniel Pessoa

    6 de maio de 2013 at 12:55

    Fake.

  12. Pingback: Cores: tecnologia revela como eram as estátuas da Grécia antiga | POTENTIA LITTERIS

  13. Tiago Toledo

    7 de maio de 2013 at 23:41

    Falam de estátuas gregas, mas depois metem a estátua de Augusto no meio… -.-'

  14. Pingback: Como eran de verdad las esculturas de la Grecia Clásica | Historia del Arte

  15. Suzete Gomes

    8 de maio de 2013 at 18:56

    Se brancas ja eram lindas, imaginem uma Grecia colorida que Show!

    • Suzete Gomes

      8 de maio de 2013 at 22:53

      Placido Anjos olha que espetáculo!!!

  16. Guest

    9 de maio de 2013 at 10:58

    Quem já foi num grande museu europeu, como a Galeria Uffizzi ou ou museu do Vaticano sabe como é monótono olhar centenas de estátuas gregas e romanas brancas e insossas. Coloridas ficariam muito mais interessante !

  17. Diogo Raposo

    30 de maio de 2013 at 20:51

    É luz UV ou IR afinal?

  18. Diogo Raposo

    30 de maio de 2013 at 20:51

    É luz UV ou IR afinal?

  19. Glauf Moreira

    31 de maio de 2013 at 19:07

    Mais uma vez a ciência ajudando a revelar a história/arte

  20. Pingback: Sem Fim - Meça seu passado sujo, parsa! | Iradex

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